sexta-feira, 29 de maio de 2015
Porque o homem sentiu necessidade de criar uma jangada/ caravela?
Desde o princípio, o ser humano, como praticamente todos os seres vivos capazes de locomoção, sentiu a necessidade de se deslocar, uma vez que os povos recolectores sedentários só apareceram mais tarde na história da humanidade. O primeiro meio de transporte consistia como é óbvio nas capacidades naturais de locomoção de cada um, ou seja, pelo próprio pé. À medida que a humanidade se foi desenvolvendo, foram também aumentando os grupos de indivíduos e de bens a transportar, o homem sentiu necessidade de criar uma caravela/ jangada porque precisava de se transportar à procura do seu próprio alimento.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Os golfinhos do Sado
A espécie de golfinho que habita no Sado é o roaz ( Tursiops truncatus). É um mamífero marinho que pertence à ordem dos cetáceos, onde estão identificadas cerca de 80 espécies diferentes de baleias, golfinhos e botos.
À excepção das regiões polares, os roazes tem uma ampla distribuição mundial: habitam as águas frias, temporadas e tropicais de todo o mundo, podendo ser encontrados tanto em baías e águas costeiras, como nas águas profundas dos oceanos.

A população residente de roazes do Sado é única em portugal e rara no mundo.
Ao longo de todo o ano, estes golfinhos podem ser observados no interior do estuário do Sado e na costa marinha adjacente, costa de Tróia e da Arrábida.
Desconhece-se á quanto tempo os roazes vivem no Sado. Tudo nos leva a crer que aqui residam desde muito tempo. O registo mais antigo do avistamento de dois golfinhos no Sado, data de 1863, e é do naturalista José Vicente Barbosa du Bocage. Outro registo data de 1980, quando foi capturado um roaz adulto no Sado, cujo esqueleto, completo, encontra-se exposto no Museu zoológico da Universidade de Coimbra.

Os primeiros estudos da população de roazes do Sado, data do inicio dos anos 80. Nessa altura contaram-se perto de 40 golfinhos, mas nas últimas décadas registou-se um declínio. Nos anos 90 o número de roazes manteve uma média de 30 indivíduos. Em 2005, chegou a contar-se apenas 22 animais.
Neste momento habitam no estuário do Sado 27 golfinhos. Este aumento do número de roazes no Sado poderá estar relacionado com o facto de se ter deixado de registar a emigração de alguns animais desta populção, por outro lado, com o sucesso reprodutor deste grupo, uma vez que a taxa de sobrevivência das suas crias passou a superar os 80%
Isto é, entre 1998 e 2005, registou-se o nascimento de 14 crias e apenas 3 ficaram na população. Entre 2005 e 2011, nasceram 11 crias e 9 sobrevivem.

A reprodução desta espécie é lenta, isto é , a mae da a luz uma cria ( de cada vez), após um período de gestação de 12 meses.
Desde o momento em que a cria nasce, a progenitora acompanha-a durante um período que pode variar entre os 3 a 5 anos, e só depois volta a estar preparada para uma nova gestação.
Todos os golfinhos do Sado encontram-se foto-identificados tendo sido atribuído um nome a cada um deles. A distinção é feita através das suas barbatanas dorsais, estas diferem no seu tamanho, forma e cortes. Cada uma é única!

Existem no momento na população de roazes do Sado 5 crias, 4 juvenis e 18 adultos. São considerados crias até ao momento de separação da mãe, entrando, numa fase juvenil, quando são mais independentes. A partir dos 8 a 10 anos de idade entram na idade de reprodução e são considerados adultos. Podem atingir uma longevidade de cerca de 45 anos de idade.
Distinguir os golfinhos machos das fêmeas é uma tarefa complicada pois a única diferença morfológica evidente relaciona-se com as fendas genitais. Conseguimos identificar as fêmeas quando estas têm crias, pois acompanham-nas durante os primeiros tempos das suas vidas ( cerca de 3 anos), sendo por isso fácil de presumir que são fêmeas. No Sado, identificamos sete fêmeas e cinco machos.
À excepção das regiões polares, os roazes tem uma ampla distribuição mundial: habitam as águas frias, temporadas e tropicais de todo o mundo, podendo ser encontrados tanto em baías e águas costeiras, como nas águas profundas dos oceanos.
A população residente de roazes do Sado é única em portugal e rara no mundo.
Ao longo de todo o ano, estes golfinhos podem ser observados no interior do estuário do Sado e na costa marinha adjacente, costa de Tróia e da Arrábida.
Desconhece-se á quanto tempo os roazes vivem no Sado. Tudo nos leva a crer que aqui residam desde muito tempo. O registo mais antigo do avistamento de dois golfinhos no Sado, data de 1863, e é do naturalista José Vicente Barbosa du Bocage. Outro registo data de 1980, quando foi capturado um roaz adulto no Sado, cujo esqueleto, completo, encontra-se exposto no Museu zoológico da Universidade de Coimbra.
Os primeiros estudos da população de roazes do Sado, data do inicio dos anos 80. Nessa altura contaram-se perto de 40 golfinhos, mas nas últimas décadas registou-se um declínio. Nos anos 90 o número de roazes manteve uma média de 30 indivíduos. Em 2005, chegou a contar-se apenas 22 animais.
Neste momento habitam no estuário do Sado 27 golfinhos. Este aumento do número de roazes no Sado poderá estar relacionado com o facto de se ter deixado de registar a emigração de alguns animais desta populção, por outro lado, com o sucesso reprodutor deste grupo, uma vez que a taxa de sobrevivência das suas crias passou a superar os 80%
Isto é, entre 1998 e 2005, registou-se o nascimento de 14 crias e apenas 3 ficaram na população. Entre 2005 e 2011, nasceram 11 crias e 9 sobrevivem.
A reprodução desta espécie é lenta, isto é , a mae da a luz uma cria ( de cada vez), após um período de gestação de 12 meses.
Desde o momento em que a cria nasce, a progenitora acompanha-a durante um período que pode variar entre os 3 a 5 anos, e só depois volta a estar preparada para uma nova gestação.
Todos os golfinhos do Sado encontram-se foto-identificados tendo sido atribuído um nome a cada um deles. A distinção é feita através das suas barbatanas dorsais, estas diferem no seu tamanho, forma e cortes. Cada uma é única!
Existem no momento na população de roazes do Sado 5 crias, 4 juvenis e 18 adultos. São considerados crias até ao momento de separação da mãe, entrando, numa fase juvenil, quando são mais independentes. A partir dos 8 a 10 anos de idade entram na idade de reprodução e são considerados adultos. Podem atingir uma longevidade de cerca de 45 anos de idade.
Distinguir os golfinhos machos das fêmeas é uma tarefa complicada pois a única diferença morfológica evidente relaciona-se com as fendas genitais. Conseguimos identificar as fêmeas quando estas têm crias, pois acompanham-nas durante os primeiros tempos das suas vidas ( cerca de 3 anos), sendo por isso fácil de presumir que são fêmeas. No Sado, identificamos sete fêmeas e cinco machos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015
Barcos de fibra
Fibra de carbono- É uma fibra sintética composta por finos filamentos de cinco a dez micro metros de diâmetro e composta principalmente de carbono. Cada filamento é a união de diversos milhares de fibras de carbono.
É uma fibra sintética porque é feita a partir de "poliacrilonitrila".
Possui propriedades mecânicas semelhantes as do aço e leve como madeira ou plástico.
Por sua dureza tem maior resistência ao impacto do que o aço.
Qual a fauna do Rio Sado
A fauna no rio Sado é bastante rica, existem cerca de sessenta e nove espécies de peixes diferentes como por exemplo:
Os golfinhos roazes são a imagem de marca deste estuário.
- Robalo,
- chaparro,
- tainha,
- solha,
- linguado,
- salmonela,
- Corvina,
- choco (...)
Os golfinhos roazes são a imagem de marca deste estuário.
Cidades por onde passa o Rio Sado
As cidades por onde passa o Rio Sado são as seguintes:
- Alvalade, Alcácer do Sal e Setúbal.
O Estuário do Sado
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